segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Desfecho

Este espaço deixou de ter sentido para mim. Sobretudo por falta de tempo e por estar a intensamente construir e transitar para uma nova etapa. Agradeço a todos os que visitaram o espaço e participaram. Irei interditar o seu acesso dentro de uns 5 dias. Fica a mágoa de nunca se ter atingido as metas estipuladas e de pessoas como o Eduardo, terem apelado a uma maior participação, mas infelizmente não termos correspondido aos seus anseios. Inclusivamente eu, que comecei a desdenhar o espaço desde Julho que passou. Os meus cumprimentos a todos. Apartir de agora o meu espaço será somente o: http://www.carlosvinagre.blogspot.com/ . Convido-os a acompanharem-no : está para breve um novo formato.

sábado, 15 de agosto de 2009

Despedida

Não vejo razões para continuar a escrever neste blog dado que não existe qualquer tipo de participação/interesse dos restantes membros. Não quero com isto julgar ninguém, estou apenas a constatar um facto. Em breve o meu blog eduardocardozo86.blogspot.com estará a funcionar em pleno. A todos os que me seguiram neste espaço o meu agradecimento. Até mais.

terça-feira, 21 de julho de 2009

A todas as mentes retrogradas

Uma visão acerca da homossexualidade.

domingo, 19 de julho de 2009

Concerto de aniversário Nelson Mandela

Tirando a pior parte (ouvir a Carla Bruni cantar) gostei. É interessante que o mundo ainda se continue a lembrar de uma lenda viva como é o caso de Nelson Mandela. Poucos deverão haver no mundo como ele, sacrificou a sua vida pelos seus ideais e triunfou...um exemplo sem dúvida e uma inspiração para todos nós. Pena é que depois de adquirida a igualdade aparente entre negros e brancos nos EUA e na África do Sul a comunidade homossexual ainda continue a ser alvo de fortes medidas discriminatórias.

Apesar de me dar bastante jeito que as comemorações fossem em Nova Iorque, julgo que deveriam ter sido exclusivamente na África do Sul, seu país natal, muito mais numa altura em que o carismático líder sul-africano está numa situação de alguma debilidade no que toca à sua saúde. A cerimónia de ontem foi vazia porque o mais importante para a mesma ser cheia não estava...o aniversariante. É totalmente descabido fazer uma festa de anos sem o aniversariante mas...cada qual com as suas manias.

terça-feira, 7 de julho de 2009

A pandemia acabou em 1918 com quatro vezes mais mortos que a Grande Guerra

EL PAÍS

JAVIER SAMPEDRO – Madride – 28/04/2009

A I Guerra Mundial terminou em 1918 com nove milhões de mortos. A gripe espanhola desse mesmo ano acabou com a vida de 40 milhões de pessoas. Foi a pior das três epidemias mundiais de gripe do século XX (1918, 1957 e 1968), e de facto a pior pandemia de qualquer tipo registada na história. O vírus que a causou não vinha dos porcos, mas das aves, mas era um H1N1, como o actual. O H1N1 era um vírus das aves até 1918, e foi a gripe espanhola quem o converteu numa cepa humana típica.As autoridades mexicanas observam uma diminuição dos contágiosA OMS insta os países a "prepararem-se para uma pandemia" e crê que será "leve"Aquele vírus matava todos os ratos do laboratório numa escassa semanaOs países implicados na Grande Guerra não informavam sobre a epidemia para não desmoralizar as tropas, de modo que as únicas notícias vinham na imprensa espanhola. A gripe espanhola deve o seu nome, portanto, à censura dos tempos da guerra, e não à sua origem, já que o primeiro caso se registou em Camp Funston (Kansas) em 4 de Março de 1918. Na altura o vírus só causava uma dolência respiratória leve, ainda que muito contagiosa, como qualquer gripe. Em Abril já se havia propagado por toda a América do Norte e também, saltado à Europa com as tropas americanas.O primeiro caso da segunda onda mortal registou-se em 22 de Agosto no porto francês de Brest, uma das principais entradas dos soldados norte-americanos. Era o mesmo vírus, porque os afectados pela primeira onda estavam imunizados frente à segunda. Em algum momento do verão, entretanto, converteu-se num agente mortal. Causava pneumonia com rapidez, e amiúde a morte dois dias depois dos primeiros sintomas.Em Camp Devens, Massachusetts, seis dias depois de comunicar-se o primeiro caso já havia 6.674 contagiados. Os surtos estenderam-se a quase todas as partes habitadas do mundo, começando pelos portos e propagando-se pelas rodovias principais. Só na Índia houve 12 milhões de mortos.Foi a chegada do vírus aos lugares mais recônditos que permitiu reconstruí-lo depois de quatro anos. Johan Hultin, um médico retirado, e os cientistas militares ao comando do geneticista Jefferey Taubenberger, lograram resgatar os genes do vírus dos pulmões de uma das suas vítimas, uma "mulher gorda" que morreu em 1918 num povoado esquimó do Alasca, onde o frio preservou o material particularmente bem.Supôs-se assim que o vírus de 1918 não tinha nenhum gene de tipo humano: era um vírus da gripe das aves, sem misturas. Tinha, isso sim, 25 mutações que o distinguiam do vírus da gripe das aves típico, e entre elas deviam estar as que lhe permitiram adaptar-se ao ser humano. Supôs-se assim que o vírus da gripe espanhola se multiplicava 50 vezes mais que a gripe comum depois de um dia de infecção, e 39.000 vezes mais depois de quatro dias. Mata a todos os ratos de laboratório em menos de una semana.Os grupos de Terrence Tumpey, do CDC de Atlanta (os principais laboratórios norte-americanos para o controlo de epidemias) e Adolfo García-Sastre, do Mount Sinai de Nova Iorque, perguntaram-se logo que mutações do vírus da gripe espanhola podia eliminar a sua capacidade para transmitir-se entre pessoas. E o resultado é que bastavam duas mutações na sua hemaglutinina (a H de H1N1); essas mesmas mutações postas de revés bastariam para conferir a um vírus das aves uma alta capacidade de transmissão entre humanos.A hemaglutinina é o componente da superfície do vírus que reconhece as células do seu hóspede. É o principal determinante da especificidade do vírus (a espécie o lista de espécies que podem infectar). O importante não é tanto os números embutidos ao H (H5, H1...), senão os detalhes da sua sequência, a ordem exacta dos seus aminoácidos.As duas mutações chave afectam criticamente a interacção do H com os seus receptores nas células animais, que podem ser de dois tipos: alfa-2,3 ou alfa-2,6. Os vírus da gripe das aves unem-se preferentemente ao receptor alfa-2,3, que se encontra em altas concentrações nas células do intestino das aves aquáticas e costeiras. Entretanto, os vírus humanos unem-se mais eficazmente aos alfa-2,6, que se encontram no sistema respiratório das pessoas.

EL PAÍS

domingo, 5 de julho de 2009

Noites Policiais

Espanto-me regularmente com a deontológica actuação isenta, serena e respeitadora da PSP de Espinho. Ontem assisti a mais uma conduta própria de um agente com autoridade digna de elogio. Passo a contar-vos o sucedido:

Um bando policial chega ao centenárico bar: coage a dona do estabelecimento a fechá-lo. Coisa legal pelo facto de o espaço só ter autorização para estar aberto até às 2 horas de noite. Eu vendo as forças policiais, desloco-me ao balcão e pago o meu consumo. Coisa semelhante fizeram os meus amigos. Havia contudo uma caneca de receita para ser bebida por duas pessoas: mais ou menos dois copos a cada. Sentamo-nos na mesa e esperamos que fosse consumida. É quando um agente se dirige a nós e os coage a beber, em tom áspero, autoritário, arrogante. "Estão a gozar connosco?", frases destas foram ditas por esses senhores. Eu inicialmente expliquei que faltava pouco, que tínhamos ido buscar copos de plástico, mas não havia, que como nos tinham servido, o estabelecimento é que o fez, só queríamos acabar. Disse também que estávamos a cooperar. Obviamente, pouco habituados ao diálogo, ao espírito crítico, mudaram de tom, e eu simultaneamente mudei. Acabamos por trocar palavras desagradáveis, ele ameaçou me deter só porque exerci o espírito crítico, eu ameacei-o com uma queixa. Amor à primeira vista.

Moral da estória: o poder e as acções devem ter fundamento. É assim numa sociedade democrática. Eu expliquei a nosso procedimento, as razões, e tentei mostrar que estávamos a colaborar, mas que havia formas e tons de falar com as pessoas. É no individuo e nos bens jurídicos fundamentais de uma sociedade que se funda a necessidade de existência de forças policiais. Pelo visto há pessoas com neurónios em "excesso" que não o compreendem. Podia ter-nos tratado com cortesia, nós o tratamos, se muda o tom e passa à arrogância e ameaça, não devemos ter medo, e criticar. Infelizmente a polícia não cria nas pessoas o clima de amigabilidade. Parece às vezes que têm por gosto e orgulho criar o terror e o medo, a opressão no outro. Se assim é, o que os difere dos normais ladrões e criminosos do mundo, que uma sociedade combate? Pensei nisso...

Para verem como fundamento as minhas decisões e opiniões, e porque julguei inapropriado a sua conduta, vos transcrevo uma parte do código deontológico do serviço policial:

Artigo 6.º
Integridade, dignidade e probidade

1 - Os membros das forças de segurança cumprem as suas funções com integridade e dignidade, evitando qualquer comportamento passível de comprometer o prestígio, a eficácia e o espírito de missão de serviço público da função policial.
2 - Em especial, não exercem actividades incompatíveis com a sua condição de agente de autoridade ou que os coloquem em situações de conflito de interesses susceptíveis de comprometer a sua lealdade, respeitabilidade e honorabilidade ou a dignidade e prestígio da instituição a que pertencem.
3 - Os membros das forças de segurança combatem e denunciam todas as práticas de corrupção abusivas, arbitrárias e discriminatórias.

Artigo 7.º
Correcção na actuação

1 - Os membros das forças de segurança devem agir com determinação, prudência, tolerância, serenidade, bom senso e autodomínio na resolução das situações decorrentes da sua actuação profissional.
2 - Os membros das forças de segurança devem comportar-se de maneira a preservar a confiança, a consideração e o prestígio inerentes à função policial, tratando com cortesia e correcção todos os cidadãos, nacionais, estrangeiros ou apátridas, promovendo a convivencialidade e prestando todo o auxílio, informação ou esclarecimento que lhes for solicitado, no domínio das suas competências.
3 - Os membros das forças de segurança exercem a sua actividade segundo critérios de justiça, objectividade, transparência e rigor e actuam e decidem prontamente para evitar danos no bem ou interesse jurídico a salvaguardar.

sábado, 4 de julho de 2009

Pandemia de Gripe de 1918

Pandemia de gripe de 1918

Por: Juliana Rocha

Transporte de soldados mortos na França. NMHM/US. Abrigados em trincheiras, os soldados enfrentavam, além de um inimigo sem rosto, chuvas, lama, piolhos e ratos. Eram vitimados por doenças como a tifo e a febre quintana, quando não caíam mortos por tiros e gases venenosos.
Parece bem ruim, não é mesmo? Era. Mas a situação naquela Europa transformada em campo de batalha da Primeira Grande Guerra Mundial pioraria ainda mais em 1918. Tropas inteiras griparam-se, mas as dores de cabeça, a febre e a falta de ar eram muito graves e, em poucos dias, o doente morria incapaz de respirar e com o pulmões cheios de líquido.
Em carta descoberta e publicada no British Medical Journal quase 60 anos depois da pandemia de 1918-1919, um médico norte-americano diz que a doença começa como o tipo comum de gripe, mas os doentes “desenvolvem rapidamente o tipo mais viscoso de pneumonia jamais visto. Duas horas após darem entrada [no hospital], têm manchas castanho-avermelhadas nas maçãs do rosto e algumas horas mais tarde pode-se começar a ver a cianose estendendo-se por toda a face a partir das orelhas, até que se torna difícil distinguir o homem negro do branco. A morte chega em poucas horas e acontece simplesmente como uma falta de ar, até que morrem sufocados. É horrível. Pode-se ficar olhando um, dois ou 20 homens morrerem, mas ver esses pobres-diabos sendo abatidos como moscas deixa qualquer um exasperado”.

Enfermaria com gripados em Luxemburgo. NMHM/US. A gripe espanhola – como ficou conhecida devido ao grande número de mortos na Espanha – apareceu em duas ondas diferentes durante 1918. Na primeira, em fevereiro, embora bastante contagiosa, era uma doença branda não causando mais que três dias de febre e mal-estar. Já na segunda, em agosto, tornou-se mortal.
Enquanto a primeira onda de gripe atingiu especialmente os Estados Unidos e a Europa, a segunda devastou o mundo inteiro: também caíram doentes as populações da Índia, Sudeste Asiático, Japão, China e Américas Central e do Sul.
O mal chega ao Brasil
No Brasil, a epidemia chegou ao final de setembro de 1918: marinheiros que prestaram serviço militar em Dakar, na costa atlântica da África, desembarcaram doentes no porto de Recife. Em pouco mais de duas semanas, surgiram casos de gripe em outras cidades do Nordeste, em São Paulo e no Rio de Janeiro, que era então a capital do país.

Morto pela gripe. Rio de Janeiro. Clube de Engenharia. As autoridades brasileiras ouviram com descaso as notícias vindas de Portugal sobre os sofrimentos provocados pela pandemia de gripe na Europa. Acreditava-se que o oceano impediria a chegada do mal ao país. Mas, com tropas em trânsito por conta da guerra, essa aposta se revelou rapidamente um engano.
Tinha-se medo de sair à rua. Em São Paulo, especialmente, quem tinha condições deixou a cidade, refugiando-se no interior, onde a gripe não tinha aparecido. Diante do desconhecimento de medidas terapêuticas para evitar o contágio ou curar os doentes, as autoridades aconselhavam apenas que se evitasse as aglomerações.
Nos jornais multiplicavam-se receitas: cartas enviadas por leitores recomendavam pitadas de tabaco e queima de alfazema ou incenso para evitar o contágio e desinfetar o ar. Com o avanço da pandemia, sal de quinino, remédio usado no tratamento da malária e muito popular na época, passou a ser distribuído à população, mesmo sem qualquer comprovação científica de sua eficiência contra o vírus da gripe.

Clube de Engenharia.
Imagine a avenida Rio Branco ou a avenida Paulista sem congestionamentos ou pessoas caminhando pelas calçadas. Pense nos jogos de futebol. Mas, ao invés de estádios cheios, imagine os jogadores exibindo suas habilidades em campo para arquibancadas vazias. Pois, durante a pandemia de 1918, as cidades ficaram exatamente assim: bancos, repartições públicas, teatros, bares e tantos outros estabelecimentos fecharam as portas ou por falta de funcionários ou por falta de clientes.
Pedro Nava, historiador que presenciou os acontecimentos no Rio de Janeiro em 1918, escreve que “aterrava a velocidade do contágio e o número de pessoas que estavam sendo acometidas. Nenhuma de nossas calamidades chegara aos pés da moléstia reinante: o terrível não era o número de casualidades - mas não haver quem fabricasse caixões, quem os levasse ao cemitério, quem abrisse covas e enterrasse os mortos. O espantoso já não era a quantidade de doentes, mas o fato de estarem quase todos doentes, a impossibilidade de ajudar, tratar, transportar comida, vender gêneros, aviar receitas, exercer, em suma, os misteres indispensáveis à vida coletiva”.
Durante a pandemia de 1918, Carlos Chagas assumiu a direção do Instituto Oswaldo Cruz, reestruturando sua organização administrativa e de pesquisa. A convite do então presidente da república, Venceslau Brás, Chagas liderou ainda a campanha para combater a gripe espanhola, implementando cinco hospitais emergenciais e 27 postos de atendimento à população em diferentes pontos do Rio de Janeiro.
Estima-se que entre outubro e dezembro de 1918, período oficialmente reconhecido como pandêmico, 65% da população adoeceu. Só no Rio de Janeiro, foram registradas 14.348 mortes. Em São Paulo, outras 2.000 pessoas morreram.
A evolução de um vírus mortal

Tratamento preventivo contra gripe. EUA. NMHM/US. Ainda hoje restam dúvidas sobre onde surgiu e o que fez da gripe de 1918 uma doença tão terrível. Estudos realizados entre as décadas de 1970 e 1990 sugerem que uma nova cepa de vírus influenza surgiu em 1916 e que, por meio de mutações graduais e sucessivas, assumiu sua forma mortal em 1918.
Essa hipótese é corroborada por outro mistério da ciência: um surto de encefalite letárgica, espécie de doença do sono que foi inicialmente associada à gripe, surgido em 1916.
As estimativas do número de mortos em todo o mundo durante a pandemia de gripe em 1918-1919 variam entre 20 e 40 milhões. Para você ter uma ideia nem os combates da primeira ou da segunda Grande Guerra Mundial mataram tanto. Cerca de 9 milhões e 200 mil pessoas morreram nos campos de batalha da Primeira Grande Guerra (1914-1918). A Segunda Guerra Mundial (1939-1945) responde pela morte de 15 milhões de combatentes.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Pandemia

Gripe suína: Reino Unido faz projeção de 100 mil casos por dia


Mais de 100 mil pessoas podem ser diagnosticadas com gripe suína no Reino Unido todos os dias até o fim de agosto, afirma o governo britânico, que diz que a doença não pode mais ser contida na região.
A maneira de lidar com a gripe passa a mudar no Reino Unido, a partir desse posicionamento do governo. No lugar da contenção, entra a política da prioridade ao tratamento dos infectados com a doença, o que já começou a acontecer em Londres, Birmingham e na Escócia.
A mudança de tática é uma resposta premeditada ao crescente número de pessoas atingidas pelo vírus. Há até o momento 7.447 casos no Reino Unido, mas o número dobra a cada semana. Se continuarem nessa proporção, como disse o ministro da Saúde britânico Andy Burnham, mais de 100 mil casos por dia poderão ser diagnosticados até o fim de agosto. Ele afirmou que isso é uma projeção, não um fato; representa a maneira como a doença poderia se desenvolver.
Leia mais:
Londres tem sua primeira vítima fatal do vírus H1N1

terça-feira, 30 de junho de 2009

Porque temos falta do Bush... xD







Once upon a time...

Temos vindo a falar de crise neste blog e por falar nisso, vejam estes textos tão actuais:

"...The real barrier of capitalist production is capital itself. It is that capital and its self-expansion appear as the starting and the closing point, the motive and the purpose of production; that production is only production for capital and not vice-versa, the means of production are not mere means for a constant expansion of the living process of the society of producers."

"The last cause of all real crises always remain in poverty and restricted consumption of the masses as compared to the tendency of capitalist production to develop the productive forces in such a way that only the absolute power of consumption of the entire society would be their limit..."

"...Concentration increases simultaneously, because beyond certain limits a large capital with a small rate of profit accumulates faster than a small capital with a large rate of profit. At a certain high point this increasing concentration in its turn causes a new fall in the rate of profit. The mass of small dispersed capitals is thereby driven along the adventurous road of speculation, credit frauds, stock swindles, and crises."

"Capital, land, labour! However, capital is not a thing, but rather a definite social production relation, belonging to a definite historical formation of society, which is manifested in a thing and lends this thing a specific social character. Capital is not the sum of the material and produced means of production. Capital is rather the means of production transformed into capital, which in themselves are no more capital than gold or silver in itself is money... Here, then, we have a definite and, at first glance, very mystical, social form, of one of the factors in a historically produced social production process."

Texto com 207 anos, de um então Presidente da América:

«Acredito que as instituições bancárias são mais perigosas para as nossas liberdades do que o levantamento de exércitos. Se o povo Americano alguma vez permitir que bancos privados controlem a emissão da moeda, primeiro pela inflação, e depois pela deflação, os bancos e as empresas que crescerão à roda dos bancos despojarão o povo de toda a propriedade até os seus filhos acordarem sem abrigo num continente que os seus pais conquistaram»

Thomas Jefferson,1802

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Comprimento médio do pénis português é de 15,82 centímetros

por
Sandra Moutinho* 26 Fevereiro 2007

O pénis anda a dar dores de cabeça a muitos homens portugueses, insatisfeitos com o tamanho do seu órgão sexual. Mas nem sempre por este ser demasiado pequeno: também há quem se queixe de o ter grande de mais.
O falo, principalmente o português, é a personagem principal do livro do sexólogo Nuno Monteiro Pereira O Pénis - da Masculinidade ao Órgão Masculino, acabado de lançar pela editora Lidel, com o qual o leitor fica a conhecer vários estudos sobre a identidade, o culto e as características deste órgão.
Trata-se de investigações que revelam, por exemplo, como andam insatisfeitos alguns homens portugueses com o tamanho do seu órgão sexual, mesmo que em algumas situações não existam razões (ou seja, tamanhos) que o justifiquem. Outras há que as legitimam e exigem mesmo intervenções, do foro médico e psicológico.
Nuno Monteiro Pereira sintetiza nesta obra a investigação realizada sobre a dimensão peniana do homem português, concluindo que o comprimento médio do pénis português é de 9,85 centímetros, quando flácido, e de 15,82 centímetros, em estado erecto.
Na sua pesquisa, Nuno Monteiro Pereira confirmou o mito popular que atribui um pénis maior aos homens de raça negra, já que estes possuem, em média, um falo com 11,90 centímetros, em flacidez, e 17,64 centímetros em estiramento (alongado).
Pelo contrário, o especialista deitou por terra "o mito popular de que os homens mais baixos possuiriam um pénis maior", pois os mais baixos contam com menos centímetros (também no falo) do que os altos, da mesma forma que os mais gordos "possuem uma dimensão peniana inferior aos homens mais magros".
Os pénis têm, contudo, muitos mais tamanhos e feitios. Há o micropénis (6,2 centímetros flácido e 10,9 centímetros em estiramento), o pénis pequeno (entre 6,3 e oito centímetros em flacidez e 11 e 13 cm em estiramento), o pénis normal (entre 8,1 e 11,7 cm em flacidez e 13,1 e 17,2 cm em estiramento), o pénis grande (entre 11,8 e 13,5 cm flácido e 17,3 e 19,4 cm em estiramento) e o mega-pénis, com mais do que 13,6 cm flácido e mais do que 19,5 cm em estiramento.
Existem pénis em Portugal com todos estes tamanhos. Contudo, apenas um por cento da população (cerca de 50 mil portugueses) possui um megapénis, e muitos gostariam de o não ter. Já pénis exagerados (cujo perímetro em flacidez ultrapassa os 11,6 centímetros) encontram-se em 4,8 por cento da população masculina (240 mil portugueses).
Nuno Monteiro Pereira esclarece que "o excesso de dimensão peniana tem alguns inconvenientes". "O coito entre uma mulher com vagina curta ou estreita e um homem com o pénis volumoso pode ser difícil e bastante doloroso, especialmente para a mulher", afirma.
Em alguns casos, existe uma relação directa entre o grande volume peniano e a disfunção eréctil e é nestes casos que os homens com megapénis recorrem ao médico com vista à correcção da anomalia. É, contudo, muito mais comum o recurso à medicina pelo motivo oposto: um pénis pequeno de mais. Para os médicos, no entanto, só o micropénis e o pénis pequeno é que tem morfologia anómala e devem, por isso, receber intervenção clínica. Em Portugal, existem 180 mil homens com micropénis (3,6% da população), enquanto 18,3% (915 mil) têm o pénis pequeno.
Nuno Monteiro Pereira deixa ainda neste livro outro número curioso: mais de um quarto dos homens adultos portugueses já mediu o pénis erecto. *Jornalista da Agência Lusa

domingo, 28 de junho de 2009

"O PAI DA DEMOCRACIA" MOSTRA A SUA VERDADEIRA FACE

Pois é meus amigos "O Pai da Democracia" em Portugal disse numa conferência, salvo erro dia 27-06-09 pois passou pelo menos num canal televisivo no dia 28-06-09, que infelizmente os partidos e os políticos não mandam nem controlam as televisões e os jornais, já que são as empresas que o fazem. Sr "Pai da Democracia", ainda bem que assim é porque senão estaríamos aqui com outro Hugo Chávez e esta seria uma republica das bananas ao molde da Venezuela. Este triste episódio sem réplica por parte dos jornalistas, o que já vai sendo costume pois parecem ter todos medo deste sr, só nos leva a reflectir que de facto com a idade vamos perdendo faculdades e devemos ser afastados da vida profissional para não cairmos no ridículo. Já não é a primeira vez que este sr mostra a sua verdadeira face nem vai ser a última, o povo Português tem de abrir os olhos e ter muito cuidado com os tubarões que querem o céu para eles e o inferno para os outros acobertados pela palavra DEMOCRACIA.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

PAÍS DO MEDO À FORÇA

Novo ataque à democracia por parte do sr "filósofo" que após resultado eleitoral para o parlamento europeu, chegou à triste conclusão que a culpa foi da TVI, então num rasgo de inteligência, à qual já nos habituou, servindo-se dos dinheiros de todos nós através de uma empresa do Estado como a PT Comunicações, tenta comprar 3o% da TVI na tentativa da acabar com os ataques à sua digníssima pessoa para ter melhores resultados nas próximas eleições. Será que o povo Português está tão tapado e embrutecido que não vê o clima de medo e perseguições que o sr "filósofo" acobertado pelo nome democracia tenta a todo o custo impor no nosso País. Desta vez até o sr "não comento" se dignou comentar na tentativa de alertar este povo adormecido.

domingo, 14 de junho de 2009

Islamic, Muslim Demographics

sábado, 13 de junho de 2009

Fim de Um Projecto

Comunico neste blog o fim da existência do projecto kronos. De agora em diante será o meu espaço pessoal. Mudarei o endereço para carlos.vinagre.blogspot.com, dentro de 5 dias. Para os interessados, aviso que grande parte do grupo está a desenvolver outro projecto em http://omphalosdementia.blogspot.com/.

terça-feira, 9 de junho de 2009

SUCESSO FILÓ CAFÉ "A DOENÇA" DIA 06JUN2009 ESPINHO

Sim meus amigos o Filó Café foi um sucesso, parabéns para os seus anfitriões Carlos Filipe Vinagre e Alberto Augusto Miranda. A minha humilde participação passo a transcrevê-la na íntegra:
- "Este País está doente pois os seus alicerces estão assentes em três pedras tumulares que são: 1ª A Inveja, 2ª O Medo e 3ª A Bajulação.
Depois os seus derivados directos: Da 1ª O Egoísmo, O Cinismo e a Hipocrisia, Da 2ª A Fobia, O Pessimismo e o Terror e Da 3ª A Perseguição, A Mentira e a Traição.
Mas será que também eu estarei doente sem o saber já que ainda tenho um grande optimismo em que um dia tudo vai mudar para melhor?"
Com esta interrogação no ar Ícaro Sebastião finalizou a sua participação e foi com grande satisfação que viu toda a gente naquele espaço (pequeno demais para tanta adesão) a anuir com o seu pensamento, somente o "Grande" Alexandre Teixeira Mendes acrescentou algo de novo mas deixou bem claro que estava de acordo com o Ícaro Sebastião, para grande satisfação e honra deste último.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Eu andava um pouco confuso. Tinha duvidas relativamente à pronuncia dada a certo nome de um jovem senhor. Pelos vistos há mais um iluminado ( como eu ): Senhor Dias Ferreira.

Pois é! No programa " O Dia Seguinte " este senhor - que aprecio imenso - disse algo que veio revolucionar os jornalistas: Corrigiu o nome de um futuro reforço do benf... do benf... ( peço desculpa, mas não consigo pronunciar correctamente ). Seu nome seria rÁmireZ. Mas pelo que já tinha averiguado, o correcto seria mesmo Ramires. No que toca á pronuncia já houve perolas anteriores... cÁrdozo, lisandro lopes ( em vez de Lopez ), luxo ( em vez de Lucho )FuCile, Dirk Kaite ( em vez de kuyt ) entre muitas outras pérolas. Vocês que estão a perder o vosso tempo inutilmente lendo este texto devem se recordar de muitas outras gafes... e das boas!

Por fim, quero realçar, em jeito de nota e como já tinha prometido ao pessoal, partilhar os bons momentos de tostas mistas com o meu falecido grelhador.
Ah pois é! Tive um grelhador " Tristar " que era fabuloso! Grelhava e grelhava.. Incrivelmente também me fazia tostas mistas... Enfim.. Faleceu e a minha vida nunca mais foi a mesma... O meu conselho: Estimem o vosso grelhador enquanto o têm convosco!! Um dia mais tarde perceberão o que estou aqui a dizer...

Ficam aqui uns trocadilhos :)


Em tempo de Eleições...

Domingo há eleições para o Parlamento Europeu, importante orgão para o funcionamento da União Europeia. E em tempo de eleições lá vai o povinho votar para uma mudança vigorada em promessas de um futuro promissor. Mas em concreto quais são as grandes alterações propostas pelos diversos candidatos?

Nos passados dias temos visto e revisto os vários candidatos, a volta de Portugal, a promover a sua imagem e o seu plano para as Europeias. Numa época de crise na União Europeia e no Mundo, não vejo em nenhum dos candidatos previsões de grande mudança. Basicamente o que tenho visto nas televisões públicas é que os nossos políticos têm o chamado Síndrome do político português, ou seja, acusar os outros de tentarem danificar o seu bom nome ou de falarem mal da sua campanha.

Numa época de desespero e dificuldades para a Europa, não vejo grande mudança planeada pela comunidade. Inglaterra debate-se com a fragilidade do governo de Gordon Brown; França envolve-se numa trágedia e a ameaça de saída de alguns países, um deles a Irlanda . . . A União Europeia não tem dado resposta aos apelos movidos pelos cidadãos europeus, que buscam uma mudança nestas eleições.

Não sou estudante de Economia e por isso peço desculpa se me equivocar e errar no que vou dizer a seguir. Própria reconheço que a Comunidade deveria adoptar medidas proteccionista, querendo dizer que, deveria assegurar o pouco mercado que resta, protegendo a sua indústria; criar barreiras, as tais pseudo barreiras que nunca foram criadas face ao crescimento das exportações de mercadoria proveniente da China no mercado europeu; criar nova indústria e consequentemente estimular o crescimento da economia; e por último garantir empregos, devendo, talvez, fechar as portas a imigração. Esta imigração ilegal começa a pesar numa Europa que não consegue corresponder a sua própria comunidade.

Buscar ao passado uma lição de alteração do futuro. E se na política só há um vencedor, então seja quem seja, só espero que façam o seu melhor, independentemente do País, da língua, da cor, de tudo.

Por último gostava de dizer: "Estamos na era da Robótica, a Humanidade vende-se por meia dúzia de tostões e no final somos apenas . . . nada!"

terça-feira, 2 de junho de 2009

Das capacidades inerentes do ser humano

Após estar a reler alguns textos deste blog chego à conclusão que nada tem a dever a muitos dos espaços que andam por aí perdidos a falar de actualidade e coisas que tais, antes pelo contrário. Os colaboradores deste espaço já provaram por A+B serem pessoas com um enorme sentido crítico e de grande qualidade no que concerne ao que se vai passando não só na nossa sociedade mas também noutros cambos essências para compreendermos o nosso tempo. Qual o objectivo do Complexus? Para mim esse mesmo: Compreender o nosso tempo.

Como disse anteriormente os membros deste espaço nada ficam a dever aos senhores "mais velhos" que vão falar todos os dias para a TV e escrevem nos jornais e, consequentemente dizem as maiores barbaridades; algumas delas dignas de deixarem de boca aberta uma criança de 10 ou 12 anos. Apesar de tudo gostava de criar um espaço mais envolvente com mais discussão sobre os temas, resumindo: acho que colocar aqui os textos e dizer "até à próxima" não é a melhor forma de levar um blog. Não estou naturalmente a querer com isto culpar ninguém que não seja eu próprio porque estou aqui cheio de moral a falar mas devo dizer (e todos vós sabeis) que o meu contributo em termos de comentários se não foi zero deve ter andado lá perto, não obstante julgo que vamos sempre a tempo de mudar e acho a partir de hoje vou tentar redireccionar e aumentar o meu contributo neste blog com mais comentários assim como (se possível) mais textos. Como pessoas que somos com capacidades (e sabemos disso mesmo) devemos mais é potencializar as mesmas.

Espero que este texto não seja visto de forma negativa. Não é, nunca foi nem nunca será minha intenção dizer a terceiros como devem orientar a sua escrita bloguística, estou apenas e só a dar um ponto de vista que julgo que seria enriquecedor para todos. Limitar um blog a um conjuntos de textos é na minha opinião manifestamente insuficiente. Temos capacidade para mais por isso mesmo devemos criar antes de tudo um espaço coeso de discussão com participação dos membros do blog e trocar ideias. Certamente que assim esta experiência será muito mais interessante para todos não só do ponto de vista intelectual mas também do ponto de vistas das relações pessoais.



Eduardo CardoZo.

domingo, 31 de maio de 2009

Da Parvoíce à seriedade...

... vai um saltinho muito pequenino, no que a mim diz respeito. Posso abordar assuntos extremamente sérios como situação económico-financeira portuguesa / mundial, política portuguesa / internacional como falar de futebol ( do meu puarto cuarago[ e não só ]! ), cinema, música ou livros. Poderão ver-me aqui a " aparvalhar " um bocado, mas provavelmente irão habituar-se ao 'clima'.

Quero agradecer o convite ao Mr.  Connections pelo convite. Terei todo o prazer em (o)pinar (n)o blog =)